Para ser rececionista de hotel não é obrigatório um curso, mas há duas coisas que pesam mais do que qualquer outra: as línguas e o à-vontade com o atendimento. A formação ajuda, e as línguas quase decidem.
Os cursos de receção e turismo
Há cursos de receção, de turismo e de hotelaria no IEFP, em escolas de turismo e em centros privados. Dão a base do atendimento, do check-in e do check-out, da gestão de reservas e do trabalho com os sistemas de hotel, os chamados PMS. São um bom acelerador, sobretudo para os hotéis de categoria.
As línguas, o que mais conta
O inglês é essencial, e dominar uma segunda língua é uma vantagem enorme, sobretudo nas zonas turísticas. Muitas vezes, são as línguas que decidem entre dois candidatos, e que abrem os hotéis melhores e o trabalho no estrangeiro.
Formações que ajudam
O domínio dos sistemas de reservas e dos programas de hotel é muito valorizado, e há formação específica para isso. Saber lidar com as plataformas de reservas online também conta a favor.
É preciso experiência?
Nem sempre. Há vagas para quem está a começar, sobretudo com boas línguas. A experiência e as línguas juntas abrem os hotéis de categoria.
O que isto abre
Com línguas e formação, a receção é uma porta de entrada na hotelaria com caminho até chefe de receção, assistente de direção e direção de hotel.
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Perguntas frequentes
É preciso curso para ser rececionista de hotel? Não é obrigatório, mas ajuda. As línguas é que são decisivas.
Que línguas são precisas? O inglês é essencial, e uma segunda língua é uma grande vantagem.
Dá para entrar sem experiência? Sim, sobretudo com boas línguas.



