Não há um curso que faça de alguém chefe de cozinha de um dia para o outro. É um lugar de topo, que se conquista com anos de experiência e, quase sempre, com formação em cozinha e em gestão.
O percurso
O caminho típico começa em baixo, como ajudante de cozinha, e sobe por cozinheiro, chefe de partida e subchefe até chegar a chefe. Cada degrau ensina técnicas, postos e o funcionamento de uma cozinha, e é essa bagagem que sustenta o cargo.
A formação que ajuda
A formação em cozinha, em escolas de hotelaria e cursos profissionais, dá a base técnica. Mas o cargo de chefe exige mais: gestão de equipa, controlo de custos, criação de ementa e fichas técnicas. A formação em gestão de restauração e em segurança alimentar (HACCP) faz aqui diferença, porque o cargo é tanto de cozinhar como de gerir.
É preciso experiência?
Muita, e é o que mais conta. As casas escolhem os chefes pela experiência comprovada e pelas referências de onde já trabalharam.
O que isto abre
Chegar a chefe é chegar ao topo da carreira de cozinha, com bom salário e reconhecimento, e a porta para a consultoria, a abertura de restaurante próprio ou a direção de operações de um grupo.
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Perguntas frequentes
Há um curso para ser chefe de cozinha? Não há um único. É um percurso de anos, com formação em cozinha e gestão.
Quanto tempo demora a chegar a chefe? Depende, mas são vários anos a subir de ajudante a cozinheiro e a chefias intermédias.
O que distingue um chefe? A experiência comprovada e a capacidade de gerir a cozinha e a equipa.



